DUREZA

"It´s better to burn out than to fade away"
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Recuperação...

Gelo e descanso...por agora.
Fisioterapia amanhã...
É castigo!!!!
(esta foto tirei com o meu tlm a um cão de familiares, residentes na Lageosa do Mondego)
Atenção: O animal em questão não foi embebedado nem foi sujeito a quaisquer tipo de maus tratos .
;)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Lesão = Desilusão



Depois de tanta espera, ansiedade e preparação...a desilusão.
Preparei-me para a meia maratona convicto de que estaria perfeitamente acessível o objectivo de baixar da 1h30.
O ritmo indicado de 4´20´´/km máximo para alcançar o objectivo, era já um ritmo adquirido, em segredo sabia que faria bem melhor.
Chegou o dia.

Domingo 14NOV2010;
Fui com o meu colega, amigo e mais recente aquisição de Os Carregueirenses, António Tavares.
Antes mesmo de alinhar-mos na partida tivemos o prazer de conhecer o ilustre sr Joaquim Adelino "Pára-que-não pára". Força amigo, é um exemplo para todos nós.
Por pura burrice e talvez excesso de confiança, em vez de efectuar um aquecimento específico de quem tenciona logo após a partida entrar num ritmo alto, fiquei-me pela conversa e permaneci junto do local de partida a dar conselhos ao Tavares. Quando dei conta...era tarde demais.
Pois, limitei-me a fazer o aquecimento muscular mínimo, como se esperasse aquecer durante a corrida.
Mal iniciei a prova juntei-me ao Luís Cipriano que me disse que tencionava rodar a cerca de 4´/km, ritmo que íamos naquele momento, segundo o seu Garmin. Ora, o ritmo pareceu-me acessível, pois sentia-me confortável a acompanha-lo.
Passamos a placa dos 3km's com 11´50´´, sentia-me bem, mesmo depois da célebre subida inicial.
Logo de seguida, descida para a marginal, algures durante a descida, entre aquele 3 para 4ºKm senti uma picada no gémeo da perna direita, o mesmo da lesão de à 2 anos.
Ainda tentei durante 2 km forçar um pouco, na esperança de que a dor, como que por magia desaparecesse.
Mas não, aumentava, e eu, coxeava.
Dureza que é dureza seria suposto aguentar em esforço, mas com cerca de 16 km para o fim, certamente iria por em risco o resto da época e com isso vários pontos para a equipa no Campeonato de Torres Vedras.
Apercebi-me que o objectivo estava já fora de questão, então encostei à berma, onde efectuei diversos alongamentos específicos, na esperança de pelo menos recuperar até a passagem do meu amigo Tavares e assim tentar acompanha-lo. Infelizmente, passados cerca de 2´, quando o vi aproximar-se tentei de novo a corrida. Não, era mau demais, não dava mesmo, era já uma dor aguda. Parou!
Se ao parar uma dor muscular não passar...está o "caldo entornado", sim, era verdade, tudo por água abaixo, não dava para aguentar, muito menos forçar.
Foi o resto do dia de ontem "a gelo"...e hoje também.
Quem me conhece sabe e mais que ninguém os meus filhos sabem que para eu chegar a casa e dizer "desisti"...é porque algo correu MESMO muito mal.
Nunca se desiste, NUNCA, digo-o vezes sem conta, felizmente sempre acrescentei um "excepto em caso de lesão/má-disposição", caso contrário que belo exemplo seria...
Ao consultar a lista de classificações verifiquei que o Cipriano cumpriu o percurso em 1h28´24´´, aumentando assim a minha angustia, pois, suponho que manteve o tal ritmo, ou até veio um pouco mais lento do que o ritmo que seguíamos de inicio, o que me leva a acreditar que o meu tempo seria bastante perto do seu. Reparei que o Nuno Sebastião também ficou a poucos segundos dele, parabéns a ambos e um forte abraço para os dois.

Parabéns também ao Tavares que na sua primeira meia maratona conseguiu obter um excelente tempo de 1h32´54´´. Parabéns amigo!

Bem, para mim foi uma desilusão, daquelas que não me recordo de sentir à muitos anos.
Estive tão perto, estava na minha mão...
Agora, enquanto aqui escrevo, faço mais uma sessão de gelo na perna, é o meu prémio por ser burro ;).
Espero recuperar para dia 28-Cross de Torres Vedras, já sem ambições ou grandes objectivos, apenas a pensar na equipa e no desafio-pelo-desafio.
Dureza??? BAH!!!




sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Pronto Q.B.

Apesar de não fazer do atletismo o meu campo de batalha específico, uma vez envolvido na competição, provas, GP´s, corridas e/ou afins, é difícil parar ou desistir. Principalmente quando a competição é comigo próprio.
Nunca quero ser o melhor corredor, o melhor pugilista, o melhor ciclista, ou o melhor atirador, gosto mesmo é de ir superando-me, dando cartas em diversos planos desportivos que me dão prazer. Prefiro ser "bom" em vários desportos do que "excelente" em apenas um.
Vem aí a Meia-Maratona da Nazaré, objectivos??
Já o disse: baixar da 1h30 ;)
Vou ter que "rolar" ligeiramente baixo de 4´20´´/km.
Não interessa classificações, ficar entre os 200 primeiros, ficar à frente do "manel" ou do "Jaquim", nada. O que interessa é que na Meia da ponte fiz 1h31´31´´, logo se reduzir este tempo, já é uma vitória.
Lá está, cada "Meia" é UMA "Meia", dependo do percurso, do tempo e...enfim, do "acordar", mas certo, certo é uma coisa, vou dar o meu máximo, o meu melhor, como sempre.
Raramente faço treinos específicos para uma prova, pois o meu objectivo principal é sempre a alcançar e manter a boa/melhor forma física , para me sentir preparado para as exigências do meu serviço e... porque me dá prazer.
Cumpri o plano desta semana, de realçar o treino intervalado/séries de 4ª Feira;

  • 40´Corrida lenta/trote +
  • 3 x100m para "abrir pulmão"+
  • Objectivo específico/qualidade: 6x 1000m. a um ritmo 4´/km, com intervalos de 2´30´´ ;
  • +10´recuperação;
  • +Alongamentos e abdominais.

Objectivo de 6 séries cumprido, no entanto, difícil foi o "achar" o ritmo pretendido, pois fiz o treino num percurso circular em que marquei o inicio e o fim, mas por burrice nem marcações médias ou intermédias. Conclusão, só no fim sabia o ritmo efectuado, sendo sempre mais rápido do que o pretendido, uma vez que o objectivo era justamente habituar/introduzir um andamento específico (o tal 4´/km) .

Os intervalos de 2´30´´(em descanso activo-corrida lenta), ao contrário do normal 1´de pausa foi por mim escolhido, devido à "carga" dos últimos treinos, aliada ao cansaço do dia-a-dia, "maçariquice" da minha parte e por sugestão de amigos mais experientes.

Registo: 3´38´´;3´48´´;3´53´´;3´56´´;3´48´´;3´58´´.

Pois, foi ao contrário, !? - Mas repito, o objectivo era interiorizar o ritmo que referi, logo, passei as 6 séries a tentar "achar" esse objectivo.

A azelhice deve-se também ao facto de não estar familiarizado com este tipo de séries, pois as séries que normalmente faço são para aperfeiçoar velocidade ou força. Para a próxima será mais fácil, vou marcar o terreno e acho que já "achei" o ritmo.

Venha a meia então...

domingo, 7 de novembro de 2010

Os Carregueirenses

O Grupo Desportivo Recreativo e Cultural "Os Carregueirenses", da Carregueira - Ventosa, Concelho de Torres Vedras, convida todos os praticantes de desporto do concelho a participar nas provas/competições do Campeonato Municipal de Torres Vedras de Atletismo de “estrada e corta-mato” e Campeonato Municipal de Torres Vedras de Atletismo de “pista", juntando-se a este nobre projecto.

Mais do que campeões, procuramos formar verdadeiros vencedores, paladinos do verdadeiro espírito e consciência desportiva de “fair play” e a implementação de uma vontade constante de auto- aperfeiçoamento, evolução e polimento de carácter em cada atleta, factores estes que poderão vir a ser cruciais no mundo de competição e desafios que nos rodeia.

Contamos já com cerca de 30 atletas, de diversos escalões, de Benjamins B (6 anos) a Veteranos 5 (60 anos), de ambos os sexos, no entanto, apesar do grupo apenas ter iniciado a sua actividade a 18AGO09, o número de atletas tem vindo a aumentar de treino para treino, uma vez que as frequência nas actividades físicas ministradas é gratuita e rodeada de um verdadeiro espírito jovial e salutar.
Como formadores podemos garantir o nosso compromisso total com o projecto, esperando apenas como recompensa que o nosso trabalho contribua para o afastamento dos jovens da prática de comportamentos desviantes ou de risco, os quais representam um real e enorme perigo para a sua saúde e integridade (física e mental).

No futuro, preferimos pensar que contribuímos para a formação moral nem que seja de apenas um jovem, afastando-o dos perigos que o rodeiam e de um futuro conturbado de delinquência e/ou droga, do que gabarmo-nos que “descobrimos” dez campeões nacionais.



oscarregueirenses@sapo.pt
http://gdrcoscarregueirenses.blogspot.com/
http://www.hi5.com/friend/p464576119--OS%20CARREGUEIRENSES_atletismo--html

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

blá blá (as conversas da treta)


Devido à minha profissão não me posso dar ao luxo de ficar com os "quilinhos" do estereótipo predefinido do atleta, ou sequer do indicado pela comunidade médica. A tal tabela dos 1,72 m. de altura terem que iquivaler a 72 kg, para mim...é ridiculo, roça a utopia.

Assim sendo, procuro manter o meu peso entre os 78 kg e os 82 kg.
Gordura? Sim é possivel, certo até, tal como em muitos peninhas de 65kg que têm o habitual "micro-pneu" de reservas na zona da cintura.
Tento manter o tal equilibrio que muito se diz impossivel de conseguir.
O meio termo entre uma boa constituição física, leia-se musculada e atlética, típica do pessoal do ferro e manter um desempenho físico bastante aceitavel e acima da média.
Consigo-o, digo-o de boca cheia!
Basta cortar um pouco na corrida e dar com força no ferro...o peso upa upa.
Fico o "Rambo da avenida".
Se dou gás na corrida e boxe...lá se vai o peito e a massa.
Muito dificil o meio-termo...mesmo!
Ok, ok, podem dizer que o que interessa é o desempenho, certo, concordo (em grande parte), mas o impacto visual/poderio físico também é importante na minha profissão. Diria que dissuadia logo em cerca de 60% as intenções agressivas do oponente.

A melhor forma de ganhar um conflito que não conduzirá a qualquer tipo de benefício é evitá-lo. Se por quebra ou recuo do adversário...melhor.